Segundo Trump, os navios pertencem a nações “quase todas as quais não estão envolvidas na disputa do Oriente Médio” e que são “meramente espectadores neutros e inocentes”. Ele descreveu a iniciativa como um “gesto humanitário” em nome dos Estados Unidos, dos países do Oriente Médio e, em particular, do Irã.
“Pelo bem do Irã, do Oriente Médio e dos Estados Unidos, dissemos a esses países que guiaremos seus navios com segurança para fora dessas vias navegáveis restritas, para que possam seguir com seus negócios de forma livre e plena”, escreveu o norte-americano.
O presidente batizou a ação de Projeto Liberdade. Ele informou que instruiu seus representantes a comunicar aos países afetados que os EUA usarão “nossos melhores esforços para retirar seus navios e tripulações em segurança do Estreito”. Muitos dos navios estariam com suprimentos críticos em baixa, incluindo comida, o que colocaria em risco a saúde e a higiene das tripulações.
Trump destacou ainda que seus representantes mantêm “discussões muito positivas com o país do Irã” e que essas conversas “podem levar a algo muito positivo para todos”. Segundo ele, o objetivo do movimento dos navios é apenas “libertar pessoas, empresas e países que não fizeram absolutamente nada de errado — eles são vítimas das circunstâncias”.
O anúncio inclui um alerta: “Se, de qualquer forma, este processo humanitário sofrer interferência, essa interferência terá, infelizmente, que ser tratada com força.”
A publicação ocorre em meio à continuidade das tensões no Golfo Pérsico, onde o Estreito de Ormuz — principal rota de escoamento de petróleo mundial — tem sido palco de incidentes que afetam o comércio marítimo internacional.
*texto produzido com auxílio de IA




